Atualmente,
vivemos em uma sociedade onde as informações chegam até nós abundantemente e
acelerada. Com o avanço das tecnologias, o mundo passou do seu estado sólido
para o líquido, onde tudo acontece rápido, e, o novo hoje já será ultrapassado
amanhã.
A disseminação e a popularização dos
meios midiáticos fez com que a cultura estática desse lugar a uma cultura onde
adquirimos mais informações, sejam elas através dos diversos meios disponíveis
no mercado, enfim, vivenciamos atualmente a cibercultura.
Nunca houve em nenhum outro momento
em que as pessoas se informassem tanto. De fato isso está acontecendo, contudo,
é preciso compreender que o excesso de informações nem sempre está relacionado
ao excesso de conhecimento; quantidade não significa qualidade.
Como conseqüência de toda essa
enxurrada de informações a escola necessita de suporte para que sejam feitas
mudanças urgentes e significativas em sua metodologia e em todo o seu projeto
de ensino-aprendizagem, para que de fato essas tecnologias sejam úteis nas
novas formas de aprendizagem.
Quando falamos em mudança
educacional, remetemos inicialmente ao que diz respeito ao ensino /docente e a
aprendizagem/discente. Mas será que ao falar em novas tecnologias a seqüência
permanece a posta anteriormente? O que temos visto em nossas escolas é que os
alunos estão chegando com muitas informações as quais os professores ainda não
estão adaptados, não as reconhecem ou não acompanham este ritmo.
Em suma, o professor e a escola têm
o papel fundamental de auxiliar os alunos na filtragem e escolha das
informações pertinentes, e, assim sendo, cabe a instituição educacional forma
seus professores para uma nova estrutura curricular para que eles possam fazer
uso correto das tecnologias como fonte de ensino e aprendizagem. É preciso que todos os envolvidos nesse
processo estejam preparados para enfrentarem esse desconhecido, caso contrário
teremos cada dia mais informações, porém menos conhecimento, menos aprendizado.
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